Pequenos grandes consumidores

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Todos os dias, ao chegar da escola, Tiago Marinho Áquila, de 8 anos, faz suas lições de casa e corre para o elevador do prédio. O destino é certeiro: um dos ambientes da ampla área de lazer do condomínio onde mora. “Adoro porque minha casa tem uma área de lazer enorme com quadra de futebol, peteca e piscina”, disse. Ele mora no Residencial Euroville, empreendimento que conheceu quando ainda era um lançamento imobiliário. Os pais o levaram para visitar o apartamento decorado várias vezes e sua opinião ajudou a família definir onde será o novo lar: “Eles me perguntaram e eu disse que gostei do lugar”, contou.

Tiago faz parte de uma geração que está no centro das atenções da família. Comportamento que Içami Tiba, psiquiatra e educador infantil, ilustrou com uma simplória comparação do cotidiano: se, antigamente, os pais comiam o peito e a coxa do frango e deixavam aos filhos e a asa e o pescoço, hoje é bem diferente; às crianças é dada a parte mais nobre e, com os pais, fica o que sobra. A mudança é fruto da evolução comportamental da sociedade, outrora repressora, para um novo modelo, no qual vigora os valores da liberdade, diálogo, respeito e maior afetividade. Com isto, as crianças e os adolescentes passaram a influenciar também no consumo. Definem não apenas quais são suas roupas, brinquedos e outros pertences, mas a opinião deles é considerada na decisão de compra dos principais itens da família, o que inclui os imóveis.

É o caso da securitária Patrícia Kirsten Garcia, securitária, que decidiu a compra do imóvel onde mora com o voto final dos filhos Larissa, 13 e Guilherme, 11. “Entre as opções que tínhamos, eles escolheram este condomínio por causa da área de lazer e do espaço verde. Já sabiam muito bem o que queriam e foram bem enfáticos na escolha”, explica ela, que mora com os filhos e o marido no Residencial Euroville desde 2010. Segundo ela, o filho caçula usa muito a área de lazer e o espaço verde para andar de bicicleta e receber os amigos. Já a filha gosta da piscina, onde também se encontra com as amigas. “Para nós, é um conforto oferecer to das estas possibilidades sem precisar sair de casa. Então, valeu a pena atendê-los”, afirma Patrícia, que comprou uma unidade de três quartos no condomínio.

Como são os filhos que passam mais tempo em casa, enquanto os pais se dividem em uma jornada de trabalho extensa, elas são priorizadas desde a gravidez na compra de um imóvel. Começa com um quarto para o bebê e vai até uma área de lazer mais completa para o adolescente receber os amigos. “Sabemos que o bem estar dos filhos é sempre uma preocupação dos pais e temos investido em empreendimentos que acolham todas essas necessidades, desde a oferta de lazer e conforto dentro do próprio prédio até a proximidade com parques e escolas, que facilitem o acesso das crianças e dos adolescentes”, explica Fernanda Marinho, gerente comercial da Euroaméric a, que construiu o Residencial Euroville. O empreendimento é completo em área de lazer, teve a campanha de marketing voltada também ao público infantil, e influencia o novo lançamento imobiliária da marca, o Geniale Flamboyant.

O planejamento foi o que fez com que a executiva Elenita Gomes se decidisse pelo imóvel onde mora hoje com a filha Melina, de 4 anos, e o marido. Desde a gravidez da menina, ela procurou um local que oferecesse qualidade de vida para a herdeira e uma logística facilitada para a família. “Já pensei com ela na barriga o dia que levaria para a escola, o desejo de almoçar em casa e estas coisas que pensam todas as mães”, afirma. Ela também é moradora do Residencial Euroville, desde 2009, quando foi entregue a primeira das duas torres do empreendimento. Além da área de lazer, o foco da família em Melina transformou o apartamento em um playground da f ilha. “Escolhemos o apartamento do último andar, onde o projeto priorizou uma sacada maior, onde os brinquedos dela ficam espalhados, dando liberdade para ela brincar”, explica Elenita, que confirma a influência da filha nas decisões do casal desde a gravidez. “Quando um filho chega, a gente muda muito. Passa a priorizá-los em tudo”.

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